sexta-feira, 17 de novembro de 2017

COMENTÁRIO DO DIA: GLOBO VAI SE FERRAR É NO EXTERIOR


Bye-bye, Galvão!


O que os globais farão sem a seleção.... Ouça um aperitivo do que foi para os assinantes do C Af

A nova edição da Rádio Navalha é quase fúnebre: ela diz o que vão fazer as celebridades globais 
quando a concessão da Rede Globo for cassada!
Esta é a amostra de mais um episódio da Rádio Navalha, o podcast exclusivo para os assinantes do 
Conversa Afiada.
A Rádio Navalha é o nosso programa de rádio na web, com comentários de PHA sobre a política 
brasileira e análises sobre o PiG e seus efeitos (deletérios).

Múmia Tucana consegue mais R$ 2,5 milhões pela Lei Rouanet



O Instituto Fernando Henrique Cardoso (IFHC) conseguiu emplacar mais um projeto pela Lei Rouanet. Desta vez, no valor total de R$ 2.514.087,00 para um objetivo meritório: celebrar as virtudes do governo FHC.
Segundo a justificativa:
Fazer a manutenção, a atualização de conteúdo e a renovação tecnológica da exposição permanente montada na sede da Fundação Fernando Henrique Cardoso, denominada Um plano real: a história da estabilização do Brasil (equipamento cultural que recria a experiência da crise de hiperinflação das décadas de 1980 e 1990 e mostra a retomada da estabilidade econômica com a implantação do Plano Real) e dotá-la de acessibilidade, visando diversificação de público.
Todo esse material já está disponível no Instituto. Os R$ 2,5 milhões se destinam a lhes dar acessibilidade. Isto é, torna-los acessíveis a pessoas com deficiência.

Presidente do Zimbábue reaparece em público após intervenção militar no país


Mugabe preside ato e faz primeira aparição pública após golpe. Presidente participa de 
cerimônia em universidade dias após tentativa de golpe militar; Mugabe afirma ser o único 
governante legítimo do Zimbábue.

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, foi nesta sexta-feira (17) a uma cerimônia de graduação 
em uma universidade da capital, Harare, fazendo sua primeira aparição pública depois da tentativa de 
golpe das Forças Armadas contra o governo.
Segundo informou o site local News Day, o ato oficial estava programado na agenda de Mugabe com 
antecedência.
Relatos divulgados pela BBC afirmam que Mugabe foi aplaudido ao discursar para os formandos.
Tanques do Exército ocupam Harare desde a madrugada de quarta-feira (15) para tentar derrubar o 
governo de Robert Mugabe.
A crise política no Zimbábue começou na semana anterior, com a deposição do ex-vice de Mugabe, 
Emmerson Mnangagwa. O país africano terá eleições presidenciais em 2018 e Mugabe é candidato à 
reeleição.
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Lula: O mesmo MP que invadiu minha casa não se manifestou sobre a acusação de corrupção contra a Globo

Bloco 1
Em entrevista exclusiva a Fernando Morais, neste Bloco 1 Lula faz um balanço das caravanas 
pelo Nordeste e por Minas Gerais, e conta o que espera de 2018: "que a gente tenha eleições 
livres e democráticas".

Fernando Morais: Boa tarde, presidente Lula. É uma alegria estar aqui com o senhor. O presidente Lula nos deu a honra de ser o primeiro entrevistado aqui do estúdio, o nosso modesto estúdio do Nocaute. Vamos conversar um pouco sobre ele e sobre o Brasil. Antes, porém, eu queria que ele fizesse a gentileza de grudar ali do lado do Cassius Clay a nossa plaquinha.
Lula: Está inaugurado. Um pouco torto, mas está inaugurado.
Fernando Morais: Presidente, primeiro eu queria começar com as coisas mais suaves: caravana. O senhor tinha feito antes uma caravana para o Nordeste, mais demorada, que eu não pude ir. Mas eu fui na segunda, a de Minas Gerais e eu fiquei muito bem impressionado. Eu queria saber a sua impressão. Qual é o saldo que fica para o senhor dessas duas caravanas, que vão continuar semana que vem.
Lula: Primeiro eu pensei que você ia começar no dia dezesseis de novembro me perguntando da vitória do Corinthians ontem. Porque ontem o Corinthians antecipadamente se tornou pela sétima vez consecutiva campeão brasileiro, que não é pouca coisa. E como no Brasil nós temos duas coisas: um partido político é o PT e o resto é antipetista. E no futebol você tem o time de futebol que é o Corinthians, o resto é anticorintiano. Então, eu só posso estar feliz porque eu trabalho com muito palmeirense.
Fernando Morais: Você assustou na hora que o Fluminense fez o gol?
Lula: Me assustei. Te confesso que me assustei. Pensei: não é possível que vai dar urucubaca. Mas depois a gente mostrou que a gente estava em primeiro lugar porque o time tinha estabilidade emocional, tinha autocontrole. Porque o nosso time não é dos melhores. O Corinthians já teve time melhor, mas na draga que está o futebol brasileiro, o Corinthians mereceu esse título. Vamos pensar agora no terceiro título mundial.
Fernando Morais: Beleza! Deus te ouça.
Lula: A caravana.
Fernando Morais: A caravana. Primeiro a do Nordeste.
Lula: Fernando, a caravana teve como objetivo. Eu tinha duas coisas na cabeça quando pensei a caravana. Primeiro, fazer um reencontro com o Brasil. O Brasil é muito grande, muito heterogêneo, é uma diversidade cultural, econômica e social muito grande. E eu tinha noção do que nós tínhamos feito no período que governamos o Brasil e queria ver, nesse momento de desmonte do Brasil, o que estava acontecendo com os setores da sociedade que tinham sido os setores mais beneficiados com os programas de inclusão social.
Então, resolvi fazer esse reencontro com o Brasil e uma tentativa de fazer com que o PT recuperasse a sua imagem diante da sociedade brasileira, porque os meninos do Ministério Público resolveram criar a ideia de criminalizar o PT. A ponto de tentarem dizer que o PT é uma organização criminosa. Era preciso recuperar a moral da tropa, recuperar o PT, fazer o PT ir pra rua. E mostrar para o PT que ninguém vai defender o PT, a não ser o próprio PT. Ou seja, ou o PT se conscientiza que a acusação que se faz ao PT na perspectiva de criminalizá-lo e tirá-lo da legalidade política, como já fizeram com o Partido Comunista no auge do PC no Brasil, inventaram essa mentira do Power Point para tentar no fundo acabar com essa coisa que começou a ser conhecida pela sociedade que são as políticas de inclusão social. Fazer com que as pessoas possam subir um degrau na escala social. Que as pessoas possam comer melhor, trabalhar melhor, ganhar melhor. Sabe? Que as pessoas possam conquistar a cidadania. Então, era esse o objetivo. E o sucesso foi extraordinário.
A do Nordeste, eu sou suspeito porque eu sou nordestino, então o pessoal fala que eu gosto muito do nordeste e o nordeste gosta muito de mim. Eu tenho orgulho de ser nordestino e tentei fazer para o Nordeste, não uma política de privilégio, tentei fazer com que aquela distorção que vinha existindo desde que D. João VI chegou ao Brasil e foi para o Rio de Janeiro. Porque até então, Pernambuco era o estado rico do Brasil e começou a fazer com que os investimentos saíssem do Nordeste e viessem para o Sul e para o Sudeste. Nós queríamos fazer que o Nordeste tivesse um pouco mais de ajuda do estado brasileiro para que o Brasil se tornasse mais igual, mais equânime. Para que o desenvolvimento ficasse espraiado por todo o território nacional e não apenas no eixo Rio-São Paulo-Minas Gerais. E isto eu fiz com muito gosto. Tanto no campo da saúde, da educação, da ciência e tecnologia e no campo da geração de oportunidade. Então, foi extraordinária essa caravana. Eu acho que o resultado foi extraordinário.
Aí eu queria fazer uma no Sudeste. Eu resolvi fazer numa região que eu tenho verdadeira paixão que é aquela parte mais empobrecida da região, não que seja pobre, mas um pouco mais empobrecida de Minas Gerais que é o Vale do Jequitinhonha. Eu tenho uma admiração pela capacidade cultural daquele povo. Mesmo vivendo em adversidade social é um povo muito criativo. Resolvi estar perto e para mim foi uma surpresa agradável, foi uma emoção o companheirismo, a presença das pessoas. Terminei Minas Gerais, eu agora vou fazer uma outra pelo Espírito Santo e pelo Rio de Janeiro e deixar para depois do carnaval fazer os estados do Sudeste e do Sul, começar pelos estados do Sul. E depois fazer a caravana do Norte, a caravana do centro-oeste. Aí eu termino e vamos ver o que vai acontecer no Brasil.

O que eu espero em 2018 é que
a gente tenha eleições livres e democráticas.
E que vença quem tiver mais votos.

Fernando Morais: Dez entre dez brasileiros gostariam de saber o que é que o senhor acha que vai acontecer em 2018 no Brasil.
Lula: Primeiro um desejo pessoal: eu espero que o povo brasileiro esteja melhor, que tenha diminuído o número de pobres e aumentado o número de emprego, que as pessoas estejam comendo melhor, morando melhor e tendo mais expectativa de vida. E que a gente tenha eleições livres e democráticas. O que eu espero é que o jogo democrático no país que foi truncado durante tanto tempo na história do Brasil da forma mais vergonhosa possível, com uma mentira inventada de uma pedalada, desrespeitando 54 milhões de seres humanos que foram votar na Dilma. Fora aqueles que foram votar no Aécio e que, portanto, queriam democracia. Desrespeitaram mais de 100 milhões de votos para fazer com que uma pessoa que tenha assumido o cargo de deputado, sub judice, porque nem isso ele tinha eleito, assumisse a Presidência da República, para prestar serviço ao mercado e tentar desmontar toda a estrutura de desenvolvimento que o Brasil conseguiu construir ao longo de tantos anos. Espero que a gente chegue nas eleições, não importa quantos candidatos tenha, o importante é que as eleições sejam democráticas e que vença o que tiver mais votos e que respeitem o resultado das eleições como eu respeitei em 89, 94 e 98.
Então eu acho que eleição é feita para isso. Você fala a verdade, você conta mentira, faz o que você quiser, mas o importante é que tem o dia D que é o dia de abrir as urnas. Ali tem o resultado, o resultado tem que ser acatado e governo quem ganhou as eleições. Isso é consolidar a democracia no Brasil.
Fernando Morais: O senhor tem expectativa de que vão permitir que o senhor disputa as eleições?
Lula: Eu nem discuto isso. Porque se eu ficar discutindo: será que eles vão deixar, será que eu posso? Aí eu estou fazendo o jogo deles. Eu sei o que eles querem e eu sei o que eu quero. Eles não querem que eu seja candidato. Então, não tem nada melhor do que perguntar para o povo. O povo pode me condenar, ou o povo pode me eleger de novo presidente da República desse país. Eu só quero livremente provar a minha inocência, aliás eu já provei a minha inocência em cada processo. Eles que têm que encontrar provas de que eu sou culpado. E tentar tocar a vida e cuidar desse povo. Porque esse povo está precisando de cuidado. Esse povo não está precisando ser governado, esse povo está precisando de cuidado. E cuidado significa você cuidar da saúde, da educação, da segurança, da creche, universidade. Significa você cuidar do investimento em Ciência e Tecnologia, cuidar do emprego, cuidar das pessoas que ganham menos. Significa você respeitar o exercício da democracia e ao invés de tomar decisões palacianas com meio dúzia de pessoas. Voltar a fazer as conferências nacionais que eu fazia, voltar a fazer as políticas públicas que a sociedade quer que sejam implantadas. Fazer com que o Brasil seja respeitado na África, na Ásia, nos Estados Unidos. Porque respeito é bom. Eu gosto de receber e gosto de dar também. É isso que eu quero que aconteça no Brasil. E é por isso que eu tenho a firme convicção e muita vontade de concorrer nas eleições na expectativa de que o que nós fizemos é o passaporte para que esse povo nos dê mais uma autorização de uma viagem de 4 anos governando esse país.

Eu trabalho com a convicção e a
certeza de que serei candidato a Presidente da
República no ano que vem


Fernando Morais: Agora presidente, a perspectiva, a possibilidade de que a Justiça impeça o senhor de ser candidato já está permitindo muita gente, sorrateiramente, de querer tomar o seu legado de voto, de apoio popular. Como que o senhor vê essa mobilização? Porque a esquerda vai ter que ter candidato. Se não for o senhor, o que vai acontecer?
Lula: O povo não pode ser visto, tratado e pensado como gado, rebanho, que alguém é dono, que pode dizer “Vai pra lá, vai pra cá”. Não. Obviamente que, se eu puder ter influência num eleitor para votar em mim, eu vou ter. Se eu não for ser candidato, eu faria o que eu fiz a vida inteira: ser cabo eleitoral daquela pessoa que eu achar mais justo para concorrer. Eu trabalho com a seguinte ideia. Primeiro eu trabalho com a convicção e a certeza de que eu vou ser candidato à presidência da República. Se eu for candidato, eu tenho muita, mas muita certeza que as possibilidades de ganhar são enormes e eu confio muito que o povo vai compreender o que nós fizemos nesse país e o que ele pode esperar, porque vamos dizer às claras o que nós queremos fazer no Brasil. E esse país tem que voltar a crescer, o povo tem que voltar a ser feliz, o povo tem que acreditar no futuro, o povo tem que ter esperança. E o povo brasileiro sabe de uma coisa.
Se tem uma coisa que eu aprendi a fazer com o próprio povo foi a cuidar dele com carinho, a saber quem mais precisa, saber para quem o Estado tem que governar. Obviamente o Estado tem que ser de todos. Mas dentre esse “todos” você tem aqueles que precisam mais do que o outro. Você vai dar água para quem tem sede. Quem tem fartura de água vai ter que emprestar um pouco para quem tem sede. Você vai dar mais comida para quem tem fome. Quem tem muita comida vai ter que dar um pouco. É assim que a gente vai construir um mundo mais solidário, uma sociedade mais humanista. Um povo com uma concepção de solidariedade maior. Eu sonho.
Agora, o que está acontecendo? Eu acho que quem está numa encalacrado não sou eu. Eu acho que há uma perspectiva e uma tentativa de julgar os 12 anos do PT no governo. E para fazer esse julgamento eles construíram uma mentira monstruosa. Construíram uma mentira, criando a ideia e apresentando em rede nacional de que o PT era uma organização criminosa, de que o PT nasceu para ser uma quadrilha, que o PT pensou em ganhar para poder roubar. E que quando eu ganhei, montei para roubar.
Eles querem julgar porque eu indiquei, porque eu não escolhi você para ser secretário de comunicação, porque eu escolhi o Franklin Martins, porque que eu indiquei não sei quem. Como se alguma pessoa soubesse anteriormente que um cidadão vai roubar. Ninguém tem escrito na testa que é ladrão. Às vezes as pessoas mesmo sendo ladras elas parecem as mais honestas do planeta.
Eu estou sendo acusado de uma série de bobagens. Eu fico até irritado com os depoimentos porque são de uma cretinice sem tamanho. E como esse processo, tem coisas sérias nele. É importante aproveitar o Nocaute para dizer que eu não sou contra a Lava Jato, de combate à corrupção. Tem coisa muito importante. O povo brasileiro fica feliz de saber que rico está indo para a cadeia, de saber que, se o político roubou, vai para a cadeia. Porque antes só ia para a cadeia o cara que roubava um Melhoral na farmácia, o cara que roubava um pão, uma galinha. Esse coitado vai preso e passa 3 anos na cadeia e tem que ter um advogado que faça assistência pra ele. Então isso é importante. Mas é importante separar o joio do trigo. Todo processo, para rico e para pobre, ele tem que ter um determinado critério. As pessoas têm que ter direito à defesa. As pessoas não podem ser acusadas e condenadas pelos meios de comunicação. Porque no caso do PT, eu já apresentei todas as minhas defesas, todas as provas da minha inocência e eles até agora não apresentaram uma única prova de culpa.
Aliás, o promotor que é o chefe do PowerPoint nunca apareceu em nenhuma audiência. As audiências não são levadas em conta. Só para você ter ideia, essa audiência agora, no caso da Zelotes que fala dos caças, nada menos do que Dilma Rousseff foi testemunha, Nelson Jobim, que foi ministro da Defesa, companheiro Celso Amorim, foi ministro da Defesa também, o brigadeiro Saito e os militares responsáveis pela escolha técnica. Então eu não sei em que momento de loucura alguém imaginou: “Bom, o Lula teve influência na escolha dos caças”. E por aí vai.
Eu fui prestar depoimento sobre o estádio do Corinthians. Eles não leem jornal e só aqueles que eles querem ler, e não sabem que eu defendia que a Copa do Mundo fosse realizada no Morumbi. Que eu levei no Morumbi o Serra, o Kassab, o Alckmin, a Confederação Brasileira, que era para todo mundo ver: temos um estádio pronto, vamos fazer.
Eu defendia que São Paulo, como era o estado mais importante da federação, o mais rico, o que tem o melhor futebol, não poderia ficar de fora da abertura da Copa do Mundo. Era até uma coisa engraçada porque o Sergio Cabral falava: “Eu quero que o encerramento da Copa do Mundo seja no Rio de Janeiro”. E eu falava: “Sergio, o encerramento você não sabe se o Brasil vai estar. Na abertura você sabe, então é melhor você querer fazer a abertura no Maracanã”. O que aconteceu é que o Brasil nem jogou no Maracanã.

Essa acusação de corrupção
praticada pela Globo, eu nem sei se é verdade.
Mas alguém tem que investigar.

Então é por isso que eu tenho consciência de que eu vou ser candidato. Eu acho que em algum momento as coisas vão clarear. Acho que em algum momento as pessoas vão perceber alguma coisa errada nessa coisa contra o PT. E eu digo para todo mundo: se no PT tiver alguém culpado, se no PT tiver alguém que roubou, essa pessoa tem que pagar. Mas essa pessoa tem que ter um julgamento certo. Isso vale para mim, para você, para qualquer um. Ninguém está acima da lei. Eu quero que todo mundo seja tratado em igualdade de condições, sem mentira.
Eu não quero falar mal de ninguém aqui, acho que todo mundo é inocente até que prove o contrário. Mas eu não sei se o Jornal Nacional vai dar o mesmo destaque que deu a mim durante 30 horas, desde que começou a operação Lava Jato, à acusação desse empresário argentino que diz da corrupção praticada pela Globo. Eu nem sei se é verdade. Eu defendo que a Globo tenha direito de defesa, que seja apurado corretamente, e ela será inocente até que prove o contrário. Mas alguém tem que investigar. O que eu acho estranho é que o Ministério Público até agora, o mesmo MP que invadiu o Instituto Lula, que invadiu a minha vida, até agora não falou nem fez nada. Espero que faça para a gente descobrir se é verdade que teve influência de um canal de televisão que deteve o monopólio seja na Copa das Confederações, seja na Copa do Mundo, seja no Sul-Americano, seja na Copa Brasil. O que é importante é que o futebol é uma paixão nacional e eu acho que está na hora dos jogos serem transmitidos ao vivo em todos os canais para todo mundo que possa ver e não só para quem possa pagar uma TV a cabo.
Sinceramente, eu poderia estar mais nervoso, mas estou tranquilo. Estou tranquilo porque tenho consciência do que eles querem, do que eu fiz, do que eu posso fazer por esse país, e quero jogar. E, com todo respeito aos demais candidatos, não sou contra ninguém que seja de direta, de centro, extrema direita, extrema esquerda, tem espaço para todo mundo, e o povo será o nosso juiz.

EXCLUSIVO: JUSTIÇA DE NY MOSTRA O CAMINHO DA PROPINA DA GLOBO


Ao contrário do que diz a Globo, em suas notas à imprensa, o delator Alejandro Burzaco (esq. 
abaixo) aponta com clareza a forma como a Globo pagou propinas a Fifa, por meio do ex-
diretor Marcelo Campos Pinto (esq. acima) para garantir direitos exclusivos de transmissão de 
eventos esportivos, como as Copas do Mundo de 2026 e 2030; o dinheiro saiu da Teleglobo, na 
Holanda, foi remetido para a T&T, de Burzaco, também na Holanda, e de lá seguiu para as 
contas suíças do cartola Julio Grondona, que decidia sobre direitos de transmissão; no 
documento da corte de Nova York sobre o terceiro dia de julgamento, obtido pela reportagem 
do 247, a Globo é citada 14 vezes; a ata do depoimento também revela as propinas pagadas a 
José Maria Marin e Marco Polo del Nero (à dir.), o ex e o atual presidente da CBF.

247 – Nas reportagens que tem feito sobre o escândalo Fifa, em que é acusada de participar de um 
esquema de propinas de R$ 50 milhões para garantir direitos de exclusividade nas Copas do Mundo 
de 2026 e 2030, e também em torneios sul-americanos, a Globo tem afirmado que o delator 
Alejandro Burzaco, da empresa Torneos y Competencias, não esclareceu como a propina teria 
chegado às mãos do cartola argentino Julio Grondona, já falecido, que negociava os direitos de 
transmissão.
Nada mais falso. A ata do depoimento de Burzaco em seu segundo dia de depoimento, ocorrido nesta 
quarta-feira 15, foi obtida pela reportagem do 247 e mostra com clareza como dinheiro saiu do caixa 
da Globo e parou nas contas de Grondona. "Os direitos foram transmitidos à Teleglobo no Brasil. 
Para isso, a T&T Netherlands recolheria da Teleglobo e usaria parte dos fundos da T&T Netherlands 
para pagar subornos", disse Burzaco. Ele afirma ainda que os direitos de transmissão foram 
negociados abaixo do valor real de mercado, justamente para que houvesse espaço para propinas.
Em seu depoimento, em que a Globo é citada 14 vezes, ele também detalha propinas pagas a José 
Maria Marin e Marco Polo del Nero, o ex e o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol. 
Só na Copa América de 2015, o equivalente a R$ 10 milhões teria sido pago à dupla e a Ricardo 
Teixeira, que os antecedeu no cargo. Marin é citado 32 vezes no documento desta quinta-feira 16 – 
Del Nero aparece em 41 citações.
Burzaco também afirma que a T&T Netherlands foi criada na Holanda justamente com o propósito de pagar propina


Ele comprava direitos com grana dos Marinho.




AUDIO E VIDEO: NÃO PERCAM A IDIOTICES DO DIA DE TEMER: “Nós temos que fazer a reforma da Previdência porque nós vamos viver 140 anos”, diz Temer

“Nós temos que fazer a reforma da Previdência porque nós vamos viver 140 anos”, diz Temer

“A cor do meu filho faz com que as pessoas mudem de calçada”, diz Taís Araújo

Bolsonaro é chamado de “fascista” e “filho da 
p.” em jogo do Palmeiras em SP

GANDRA, MARMITEIRO E GOLPISTA, EXIBE SEUS PRECONCEITOS


Dr. Gandra, pai, não é índio, afrodescendente, sem terra nem homossexual. Que pena...Ele deu 
o parecer original do impeachment da presidenta honesta! 

Ives Gandra é pai do Gandra que confessa: pobre não pode ganhar o mesmo que o rico.
Gandra Filho ainda vai acabar no Supremo, por obra do ladrão presidente e do Ministro Gilmar 
Mendes (esse que não vai soltar o Barata duas vezes).
Ives Gandra pai, a pedido do advogado do Fernando Henrique, Sociólogo do Golpe, foi quem deu o 
"parecer" original do Golpe!
Lamentavelmente, a parte "jurídica"do Golpe acabou nas mãos frenéticas da Janaina Paschoal.
Mas, a Sociologia... essa ninguém tira do Farol de Alexandria.
Agora, nas páginas decrépitas do Estadão, em estado comatoso, Gandra pai põe à mostra o elenco de 
“discriminação” sofrida pelos cidadãos que não fazem parte das minorias favorecidas com inúmeros 
benefícios nos últimos anos
O jurista Ives Gandra da Silva Martins, professor emérito da Universidade Mackenzie e da Escola de 
Comando e Estado Maior do Exército (Eceme) e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da 
Federação do Comércio do Estado de São Paulo, traduziu com rara felicidade a tirania do 
politicamente correto que vivemos no Brasil.
O artigo, publicado no blog do jornal cearense O Povo, questiona a “discriminação” sofrida pelos 
cidadãos que não fazem parte das minorias favorecidas com inúmeros benefícios nos últimos anos. 
Embora publicado em 2013, o artigo continua atual e por isso decidi reproduzi-lo no blog.
“Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e 
cada vez com menos espaço nesta sociedade”, afirma. (...)
Meu nome é Ives Gandra da Silva Martins. Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o “cidadão 
comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e 
pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, 
afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a 
possíveis preconceitos. (...)

LULA 42 X 34 RESTO: Com 55% dos votos válidos, Lula já ganha com folga no 1º turno


A guerra intestina dos tucanos não tem a menor relevância

A revista Carta Capital que chega às bancas nesse 17/XI traz uma pesquisa CUT/Vox Populi com 2 
mil brasileiros, em 118 municípios, entre 27 e 30 de outubro.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
No “voto estimulado”, Lula tem 42% dos votos contra 16 do Bolsonaro, 7% da Bláblárina, 5% do 
Santo do Alckmin, 4% do Ciro Gomes, 1% do Álvaro Dias e da Luciana Genro.
Quando a Vox inclui o Luciano Huck entre os candidatos, o Lata Velha não passa de 2 pontos.
A soma dos tucanos de raiz e sem raiz – Geraldo Alckmin, Doria, Luciano Huck e José Serra, o 
Careca, o maior dos ladrões, que aparentemente está com febre amarela (lamentavelmente, a Vox 
omitiu o Careca nesse levantamento...) - todos os tucanos somados não dão 8 pontos percentuais.
(Do Aloysio 500 mil, claro, nem se cogita...)
Portanto, amigo navegante, essa guerra nos intestinos tucanos, que tanto espaço ocupa no PiG não 
tem a mais remota relevância, na vida real.
Num segundo turno, Lula ganha:

• de 50 a 14 contra o Santo;
• de 51 a 14 contra o Prefake;
• de 48 a 21 contra a Bláblá;
• de 49 a 21 contra o Bolsonaro;
• de 50 a 14 contra o Huck.

E a rejeição maior a Lula vem do Sudeste: ou seja, de São Paulo, que tem a pior elite do Brasil, que 
tem a pior elite do mundo!

PHA
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EXCLUSIVO ! TÁSSIA CAMARGO DENUNCIA CRIMES DA GLOBO “DOMINIO DO FATO” PARA OS IRMÃOS METRALHA MARINHO?



Por Wellington Calasans e Romulus Maya, para O Cafezinho

A atriz e ativista política Tássia Camargo 
rompeu, nesta sexta-feira pela manhã, a lei do 
silêncio que vigia há décadas no Jardim 
Botânico, bairro do Rio de Janeiro que abriga a 
sede da Rede Globo.
Tássia, que hoje reside em Portugal, sente-se 
segura para relatar casos de assédio sexual e 
constrangimento ilegal – quiçá estupro – 
cometidos em larga escala na emissora.
Indo além de relatos acusando meramente 
indivíduos, Tássia revela uma verdadeira cultura 
– corporativa, “global” – de fomento à prática 
desses crimes, por meio da leniência com os agressores e do constrangimento – hierárquico, 
econômico e moral – das vítimas.
Neste caso, será que o Judiciário e o Ministério público do Brasil, tão “inovadores” em matéria de 
persecução penal, entenderão por bem aplicar a “teoria do domínio do fato”? Aquela que o Ministro 
Joaquim Barbosa adulterou, na farsa do “julgamento” do “Mensalão”, para incriminar réus sem
provas?
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Exército toma capital do Zimbábue e Mugabe resiste a golpe de Estado. Nunca aceitaremos golpe no Zimbábue’, diz líder da União Africana


Intervenção militar acontece meses antes das eleições presidenciais, em que o presidente 
Robert Mugabe, 93 anos, é candidato à reeleição.

Robert Mugabe (direita), acompanhado do 
vice-presidente Emmerson Mnangagwa no 
Câmara do Parlamento (Foto: Agência Lusa)

Tanques do Exército ocupam Harare, capital do 
Zimbábue, desde a madrugada de quarta-feira 
(15) para tentar derrubar o governo de Robert 
Mugabe. O presidente e sua família estão presos 
em casa.
Os militares negam que seja um golpe de 
Estado, embora todas as ações do Exército
tenham as características de um: veículos
militares espalhados pelas ruas, soldados no
controle da TV estatal e um general divulgando um comunicado sobre a situação.
O discurso na TV foi feito pelo major-general Sibusiso Moyo. Ele afirmou que o Exército pretende 
assumir o controle temporariamente para superar uma “crise política, social e econômica grave”.
Soldados e veículos blindados bloquearam o acesso ao Parlamento e a outros edifícios 
governamentais. De acordo com testemunhas, houve pelo menos três grandes explosões na capital 
Harare. Também foram ouvidos tiros. Um residente disse à agência de notícias AFP que pouco 
depois das 2 horas da manhã (horário local) ter escutado o som de 30 a 40 tiros vindos da direção da
residência de Mugabe.
A intervenção acontece meses antes das eleições presidenciais, em que o presidente Robert Mugabe, 
93 anos, é candidato à reeleição. Ele está no governo desde 1980.
Mugabe afirma ser o único governante legítimo do país. Segundo a agência de notícias Reuters, o 
presidente e os militares estariam dialogando para chegar a um acordo. A a emissora de televisão sul-
africana News24 noticia que Mugabe cogita renunciar ao cargo.
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PT FAZ REPRESENTAÇÃO CRIMINAL CONTRA OS GLOBALHAS: ‘GLOBO AGE COMO UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA’


A senadora Gleisi Hoffmann, apresentou representação criminal à Procuradora-Geral da 
República, Raquel Dodge, solicitando que sejam investigadas as denúncias de que a Rede 
Globo pagou propinas na compra de direitos de transmissão de torneios internacionais de 
futebol; representação como base as revelações feitas à Justiça dos EUA pelo empresário 
argentino Alejandro Burzaco, que citou o pagamento de US$ 15 milhões pela Globo a 
dirigentes da CBF, da Conmebol e da Fifa só para as Copas de 2026 e 2030; "O Ministério 
Público, que apresentou seis denúncias contra Lula com base exclusivamente em notícias de 
jornal jamais confirmadas ou provadas, que se mobiliza para investigar a morte do cachorro 
da ex-presidenta Dilma, não pode ficar inerte diante de fatos que realmente escandalizam a 
sociedade", disse o PT. Acostumada a açoitá-los, a Globo virou alvo dos petistas, que foram à 
forra com o oficial do PT; como lembra o jornalista Esmael Morais, "há décadas, Lula, o PT, a 
democracia e os trabalhadores brasileiros são as maiores vítimas da Globo que age como uma 
organização criminosa".



Leia a nota do PT
:
O Partido dos Trabalhadores decidiu apresentar à Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, Representação Criminal para que seja apurada oficialmente a notícia de que a Rede Globo praticou crimes em série, valendo-se de empresas e bancos em paraísos fiscais, para obter vantagens ilícitas na compra de direitos de transmissão de torneios internacionais de futebol.
A representação tem base nos depoimentos do empresário argentino Alejandro Burzaco à corte de Nova Iorque. O delator coloca a Rede Globo no centro do escândalo da FIFA mencionando pagamento de propinas de US$ 15 milhões a dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol, da Conmebol e da Fifa.
O delator citou nomes, valores, locais de encontro, contratos, configurando sem dúvida os chamados "indícios robustos" de prática criminosa, expressão que os comentaristas da Globo gostam de utilizar, de forma leviana, para se referir às acusações por delações contra o PT e contra Lula.
É inexplicável para o Brasil que o escândalo da FIFA seja investigado judicialmente nos Estados Unidos, na Suíça, na França e em outros países, há três anos, e tudo o que temos aqui seja uma suposta "investigação interna" em que a Globo tenha apurado em silêncio e absolvido a si mesma.
O monopólio da Globo na transmissão de torneios nacionais e internacionais, supostamente obtido por meios ilícitos, faz um tremendo mal ao futebol brasileiro, uma paixão nacional que mobiliza milhões de torcedores e impulsiona grandes negócios, especialmente nos setores de publicidade e comunicações.
Atuando como dona da bola, a Globo impõe seus interesses comerciais, estipulando datas e horários de jogos, prejudicais os atletas, os clubes e o público; determinando quais partidas e de quais clubes serão transmitidas e quais serão ignoradas; interferindo diretamente nas decisões das federações estaduais e da Confederação Brasileira de Futebol.
O Ministério Público, que apresentou seis denúncias contra Lula com base exclusivamente em notícias de jornal jamais confirmadas ou provadas, que se mobiliza para investigar a morte do cachorro da ex-presidenta Dilma, não pode ficar inerte diante de fatos que realmente escandalizam a sociedade.
Temos certeza de que a abertura dessa necessária investigação terá efeito pedagógico para a Rede Globo e a mídia que a segue. Em primeiro lugar, porque será respeitado o princípio da presunção da inocência, que a Globo sistematicamente atropela ao acusar, julgar e condenar Lula e o PT.
Também será adotado certamente o equilíbrio editorial. Os argumentos da defesa e as eventuais provas de inocência da Globo não serão censurados no "Jornal Nacional", diferentemente do que ocorre em relação ao PT, Lula e Dilma, que tiveram até a prisão pedida em editoriais e artigos de sua rede.
A Globo aprenderá também que, no devido processo legal, quem acusa tem de provar e ninguém pode ser condenado com base apenas em delações premiadas.
E talvez aprenda, finalmente, que deve prestar contas de seus negócios à Justiça e de suas decisões editoriais ao público, pois, mesmo sendo uma empresa privada, opera, comercializa e lucra muito por meio de uma concessão que pertence ao país e não à família Marinho.
O PT considera que a investigação oficial do escândalo FIFA no Brasil é essencial para combater o crime e a impunidade, além de ser um gesto fundamental para devolver o futebol ao povo brasileiro.

Brasília, 16 de novembro de 2017

Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores

GANGUE DE PICCIANI NO RIO SE ENTREGA A PF

Os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi também foram alvo de mandados de prisão 
preventiva. Decisão agora segue para aprovação da Alerj.

Agência Brasil - 
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, e 
o deputado estadual Paulo Melo se entregaram na sede da Polícia Federal na tarde desta quinta-feira 
(16).
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) determinou, por unanimidade, a prisão preventiva 
deles e do deputado estadual Edson Albertassi, todos do PMDB. A determinação segue agora para a 
Alerj, que votará se aceita a medida ou a rejeita.
Os parlamentares foram indiciados na Operação Cadeia Velha, deflagrada na terça-feira (14) pelo 
Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF). A operação investiga o uso dos cargos 
públicos para corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, em combinação com as empresas 
de ônibus.
Votaram com o relator, desembargador Abel Gomes, os desembargadores Messodi Azulay, Paulo 
Espírito Santo, Marcelo Granado. O presidente da 1ª Turma, desembargador Ivan Athié, que não 
seria obrigado a votar, também acompanhou o voto, fechando a questão por 5 votos a favor da prisão 
e o afastamento dos deputados de seus cargos.
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MARCELO, O PONTO FRACO DA GLOBO


Marcelo que vive como se fosse numa prisão domiciliar... e Del Nero - os fracos e os fortes que 
nocautearão a Globo (Reprodução/Máquina do Esporte)... 

De um amigo navegante que conhece as entranhas da Globo Overseas:

O alvo vai ser o Marcelo Campos Pinto.
Ele é o elo fraco da cadeia Globo.
Por isso, a Globo vai tentar enforcá-lo para salvar o pescoço.
Aposentado compulsoriamente, desde que a Globo o demitiu quando estourou o escândalo da FIFA, 
ele vive em casa, trancado.
Assumiu funções na CBF, ajuda o Del Nero e se dedica, quando pode, a trabalhar contra a Globo.
Ele tentou vender os direitos dos jogos da seleção para fora da Globo, mas não conseguiu.
Parece que a Globo foi mais convincente e o Del Nero sucumbiu aos argumentos globais.
É o que você diz naquela matéria "a Globo inventou o mercado futuro da propina".
O Marcelo vive como numa prisão domiciliar em São Conrado por decisão e/ou acordo com a 
Globo…
(Quem também vive em São Conrado, como numa "domiciliar", é o Ricardo Teixeira, aquele a quem 
você sugeriu "fala, Teixeira, fala".)
Entre fortes e fracos, a Globo nunca se viu tão perto sofrer um nocaute.

Amigo navegante

EXCLUSIVO ! A NOVA MÚSICA DE FIM DO ANO DA GLOBO

Hoje a cela é sua, hoje a cela é nossa, é de quem quiser...

Hoje a cela é sua

Hoje é só propina
E a audiência já despencou
Crimes de lavagem, misoginia
Muito racismo, é só querer
Todos os nossos golpes serão mostrados
Acabou a concessão
Hoje a cela é sua
Hoje a cela é nossa
É de quem quiser
Quem vier
A cela é sua
Hoje a cela é nossa
É de quem quiser
Quem vier...

FLAVIO DINO DEVERÀ ENTERRAR CLÃ SARNEY NO MARANHÃO, DIZ PESQUISA


Pesquisa do Instituto Interpretar assegura que o governador Flávio Dino (PCdoB) deverá ser 
reeleito no Maranhão e enterrar politicamente o clã Sarney no estado.

De acordo com o levantamento publicado pelo jornal Correio Popular, Dino 65,3% das intenções de 
voto no município de Imperatriz — o segundo maior colégio eleitoral do Maranhão. A ex-
governadora Roseana Sarney tem 26%.
Na rodada anterior, no mês de agosto, Dino tinha 51% e Roseana 23% da intenção dos votos válidos 
entre os imperatrizenses para as eleições de 2018.
Roberto Rocha, em terceiro, apareceu com 4,6%; Maura Jorge, em quarto, obteve 3,9%. Em último, 
Ricardo Murad com 0,2%.
A pesquisa do Instituto Interpretar foi realizada no dia 10 de novembro em Imperatriz, ouvindo 600 
pessoas. O levantamento tem margem de erro de 4 pontos percentuais.
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FILME BRASILEIRO SOBRE O GOLPE CONTRA DILMA ROUSSEFF SERÁ FINANCIADO PELO FESTIVAL DE BERLIN


O Processo foi escolhido entre 171 projetos.

O festival de Berlim anunciou os seis projetos contemplados com o World Cinema Fund, um 
financiamento para obras de ficção e documentário no mundo inteiro.
Este ano, um filme brasileiro foi selecionado: O Processo, documentário da cineasta Maria Augusta 
Ramos sobre o impeachment de Dilma Rousseff. A obra "busca compreender e refletir sobre o atual 
momento histórico brasileiro através de um processo que revela uma crise estrutural do Estado e do 
próprio regime democrático", afirma o texto oficial de sua plataforma de financiamento coletivo pela 
Internet.
O Processo, junto de cinco outros projetos do Chile, Paraguai, Argentina e Vietnã, foi escolhido entre 
171 candidatos. O filme brasileiro receberá €25.000 (aproximadamente R$100.000) para sua 
finalização, e depois tem passagem garantida no prestigioso festival alemão.
A cineasta brasiliense passou muitos meses em Brasília nos últimos anos, filmando coletivas de 
imprensa, votações e disputas nos corredores do Congresso Nacional. Ela já recebeu diversos 
prêmios por obras engajadas como Justiça (2004), Juízo (2007), Morro dos Prazeres (2013) e Futuro 
Junho (2015). Informações do site Adoro Cinema.
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EXCLUSIVO !! EM MADRI, TACLA DURÁN DIZ QUE ESTÁ PRONTO PARA DESMASCARAR FARSA DA LAVA JATO


Esta é a nova reportagem da série sobre a indústria da delação 
premiada da Lava Jato, um projeto de crowdfunding feito em 
parceria entre o DCM e o Jornal GGN. As demais estão aqui
Fique ligado.

O advogado Rodrigo Tacla Durán falou com exclusividade ao jornalista Joaquim de Carvalho em 
Madri, onde ele mora desde o ano passado.
O advogado ja trabalhou para as empreiteiras UTC e Odebrecht e teve a prisão preventiva decretada 
quatro vezes pelo juiz Sergio Moro, que, no entanto, não conseguiu sua detenção.
Desde que a Espanha negou ao Brasil sua extradição, denunciou fraude nos acordos de delação 
premiada e a tentativa de um advogado amigo do juiz Sergio Moro de lhe vender facilidades para se 
tornar colaborador.
Durán diz que mostrará à CPI da JBS todos os documentos que tem e que comprovariam suas 
denúncias. Seu depoimento está marcado para o próximo dia 30.

SENSACIONALISMO: LAVA JATO DESCOBRE QUE LULA É DONO DA GLOBO ! E QUE NEGOCIOU PROPINAS COM A FIFA !!



Investigadores da Operação Lava Jato descobriram que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o 
acionista majoritário do Grupo Globo e negociou pessoalmente propina com CBF e Fifa.
Num dos depoimentos do julgamento do escândalo de corrupção na Fifa, em curso desde a segunda-
feira (13) em Nova York, a Rede Globo foi citada como uma das seis empresas de comunicação que 
teriam pago propina para obter direitos de transmissão de torneios internacionais.
Alejandro Buzarco, ex-executivo da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias SA, 
citou a Globo e a brasileira Traffic, de J. Hawilla, além de Televisa, do México, a americana Fox, a 
argentina Full Play e a Media Pro da Espanha como participantes do esquema.
Buzarco foi ouvido como uma das testemunhas de acusação no julgamento de José Maria Marin, ex-
presidente da Confederação Brasileira de Futebol, acusado de extorsão, fraude financeira e lavagem 
de dinheiro. O atual presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, também é investigado pelas 
autoridades norte-americanas, mas continua em liberdade por não haver a previsão de crime de 
corrupção privada no Brasil.
O argentino relatou um encontro em que estavam presentes Marin, Del Nero e Lula, verdadeiro dono 
da Globo. “Informei a eles que tinha mais 2 milhões de dólares de propina, dinheiro que Teixeira não 
havia coletado. Com a benção de Lula, ficou decidido que os 2 milhões seriam divididos entre Del 
Nero e Marin”, disse Buzarco.
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CASO GLOBO DESAFIA O MP A PROVAR QUE TRABALHA PARA O ESTADO, E NÃO PARA A QUADRILHA DOS MARINHO


Peça 1 - as relações históricas com o MPF
Antes da Lava Jato e das jornadas de junho de 2013, já havia um acordo tácito entre a imprensa - Globo à frente - e procuradores.
Matérias penais sempre renderam leitura e audiência. A mídia ia atrás dos escândalos investigados, selecionava alguns e lhes dava visibilidade. Sua participação era duplamente vantajosa para o procurador contemplado. Dando visibilidade ao processo, reduzia as resistências dos juízes. E elevava o procurador, ainda que provisoriamente, ao status de celebridade.
Cunhou-se uma expressão no MPF: só vai para frente processos que a mídia bate bumbo.
Nas décadas 1990 e 2.000 a parceria produziu vários episódios de repercussão e algumas injustiças flagrantes, como o episódio do hoje desembargador Ali Mazloum. 
No início do Twitter, era notável a quantidade de procuradores que colocava no perfil uma foto com um microfone da Globonews, como sinal de status, confirmando o extraordinário poder de persuasão dos holofotes da mídia.
Com o tempo, essa parceria foi institucionalizada. Os procuradores passaram a receber aulas de midia training - mais focadas em ensinar como poderiam impressionar o repórter e arrancar uma manchete, do que em discorrer sobre a missão do Ministério Público.
Gradativamente, o uso do cachimbo passou a entortar a boca do MPF. Ao se preocupar em atender às demandas da mídia, o treinamento ia amoldando sua forma de atuação àquilo que fosse mais atraente para os jornais. Um número cada vez maior de procuradores passou a buscar o endosso da mídia para seus processos.
Essa aproximação se ampliou com o endosso da Globo a prêmios como o Innovare – por si, uma iniciativa relevante – e “Faz a Diferença” - uma tentativa canhestra, provinciana (e eficiente) de cooptar pessoas através da lisonja.
No "mensalão" a parceria se consolidou.
O MPF descobre que, dando foco na aliança com a mídia, poderia passar do estágio das cooperações pontuais para uma parceria capaz de torna-lo um poder de fato, fugindo das limitações nem sempre legítimas impostas pelo Judiciário e Executivo.
Mundialmente, já estava em andamento a crise das instituições, atropeladas pela nova ordem midiática, com a velha mídia ou através das redes sociais.
A manipulação não veio de jovens procuradores deslumbrados, mas do cerne da organização.
 As figuras referenciais do MPF, aliás, nos devem explicações sobre essa primeira incursão no ativismo político, que se baseou em falsificação de provas - o tal desvio da Visanet que nunca houve - para tentar derrubar o governo.
Essa falsificação passou por dois PGRs – Antônio Fernando de Souza e Roberto Gurgel -, um ex-procurador – Joaquim Barbosa – e um grupo de procuradores de ponta atuando nos grupos de trabalho.
Barbosa escandalizou-se com os abusos do impeachment. Mas cabe a ele o duvidoso mérito de ter inaugurado a manipulação dos processos para fins políticos e de autopromoção.
A trajetória do Procurador Geral Antônio Fernando de Souza, aposentando-se e ganhando um megacontrato da Brasil Telecom de Daniel Dantas - a quem ele poupou na denúncia -, sem nenhuma reação da corporação, já era um indício veemente de que alguma coisa estranha ocorria no âmbito do MPF.  Tudo pelo poder passou a ser a bandeira.
O clima de catarse, proporcionado pela aliança com a mídia, contra um alvo fixo - o governo do PT - abriu um leque de possibilidades inéditas para a corporação. Gradativamente trocou a velha senhora, a Constituição, pelo deslumbramento com o novo mundo que se abria, ofertado pelo Mefistófeles do Jardim Botânico.
Quando eclodiram os movimentos de rua de junho de 2013, a parceria foi formalizada. A Globo montou uma campanha contra a PEC 37 - que ninguém sabia direito o que era, mas sabia que era de interesse do MPF. Quando veio a Lava Jato, assumiu as redes da corporação.

Peça 2 - o novo padrão de parceria

Com a Lava Jato consolida-se definitivamente o novo padrão de parceria. E o MPF se torna um instrumento da Globo, conduzido pela cenoura e o chicote. Bastava dar foco nas investigações de seu interesse, e jogar no limbo as investigações que não interessavam, para tornar o MPF um instrumento dócil de seus objetivos políticos.
O caso Rodrigo De Grandis é exemplar. Há indícios veementes de que o atraso na liberação de provas para o MP suíço visou blindar políticos paulistas envolvidos com os escândalos da Alstom.
Cobrado pelos suíços, o Ministério da Justiça solicitou diversas vezes os documentos, o que afasta definitivamente a hipótese de que a não entrega foi fruto de um esquecimento pontual da parte dele. Bastou a mídia tirar foco das investigações para o procurador ser inocentado.
A parceria consolidou-se com um padrão cômodo de acolhimento de denúncias por parte do MPF. Só é aceito como denúncia o que parte dos seus aliados da mídia. Denúncias de outras fontes, ainda que bem fundamentadas, são ignoradas.
Esse mesmo padrão viciado – embora menos óbvio – ocorreu com grupos jornalísticos de outros países. A ponto de os grandes escândalos recentes – do assédio sexual em Hollywood aos escândalos dos grupos de mídia com a FIFA – serem levantados por sites alternativos, como o BuzzFeedd e Intercept, bancado por bilionários do setor de tecnologia visando quebrar os tabus na cobertura da mídia tradicional.
No Brasil, essa estratégia, de só aceitar denúncias vindas da velha mídia, gerou o estilo viciado de investigações, com todo o sistema de investigação subordinado ao que é acordado pela Globo com o MPF e, subsidiariamente, com a Polícia Federal.
A maior prova dessa parceria foi a mudança da linha de cobertura do Jornal Nacional.
Dia após dia, passou a ser dominada pela cobertura policial-jurídica, de difícil compreensão pelo público mais amplo, mas essencial para o controle e direcionamento das ações do MPF.
Sacrificou-se a audiência em favor de um protagonismo político explícito, investindo na parceria com o MPF.

Peça 3 - as interferências diretas

O episódio da delação da JBS foi o corolário dessa atuação. Ocorreu dias depois do Ministério Público espanhol denunciar Ricardo Teixeira por corrupção na venda dos direitos de transmissão da Copa Brasil - da qual a única compradora foi a Globo.
Ou seja, um escândalo brasileiro, com personagens brasileiros, ocorrido em território brasileiro, e desvendado pelo Ministério Público espanhol. Outra parte do escândalo levantado pelo FBI. Uma terceira parte pelo Ministério Público suíço. E nada pelo Ministério Público Federal do Brasil.
Poucos dias antes, vazou a informação de que o Ministério Público espanhol tinha levantado a prova decisiva da corrupção da Globo: a compra dos direitos de transmissão da Copa Brasil, sem o uso de “laranjas”. Três pessoas sabiam disso na Globo: João Roberto Marinho, Ali Kamel e o vice-presidente de Relações Institucionais.
A saída foi o pacto de sangue com o Procurador Geral da República, dando endosso total à delação da JBS, levando a Globo a romper com a organização criminosa que ela levou ao poder.
No mesmo dia da conversa, o material foi encaminhado para o colunista Lauro Jardim. E à noite recebeu cobertura intensa e desorganizada, porque improvisada, do Jornal Nacional.
Quando teve início a campanha para a eleição da lista tríplice, dos candidatos a PGR, a Globo atuou como cabo eleitoral explícito de Rodrigo Janot, sendo cúmplice em várias armações contra Raquel Dodge. Como na reunião do Conselho Superior do Ministério Público, na qual Janot se baseou em interpretações falsas para acusar Dodge de pretender prejudicar a Lava Jato. E a manipulação foi endossada nas publicações da Globo.

Peça 4 - a organização criminosa

Têm-se, portanto, um poder de Estado sendo conduzido por uma organização privada, a Globo. Aí se entra em um terreno pantanoso: como se comporta essa organização na sua atividade corporativa?
É importante a diferença entre as palavras e os atos.
O gráfico abaixo foi produzido pelo relatório alternativo da CPI do Futebol, uma das muitas CPIs que apontavam explicitamente o envolvimento da Globo na corrupção esportiva. E que não deram em nada.
Ele se refere à quinta forma de corrupção na FIFA e na CBF, onde o ponto central, de onde fluíam os recursos para toda a cadeira criminosa, eram os patrocínios adquiridos pelas emissoras de TV.
Têm-se aí todos os ingredientes de uma associação criminosa. Conforme descrito pela CPI:
O núcleo diretivo da CBF está conformado nos seus principais dirigentes (presidente, vice-presidentes e diretores) que, com unidade de desígnios, executam planos criminosos, objetivando o enriquecimento ilícito.
O núcleo empresarial está assentado nas empresas contratualmente ajustadas com a entidade nos acordos comerciais, com combinação de preços para pagamento de vantagens indevidas.
O núcleo financeiro comporta determinadas empresas responsáveis pela transferência dos ativos ilícitos aos dirigentes e funcionários da CBF, além daquelas interpostas nos acordos comerciais celebrados entre a CBF e as contratadas (núcleo empresarial), cabendo as postadas de permeio o repasse de parte das comissões ao núcleo diretivo, como forma de propinas.
O esquema montado pela organização criminosa extremamente sofisticado e de difícil elucidação. Por isso, a atuação do FBI na prisão do ex-presidente JOSÉ MARIA MARIN, na Suíça, por crimes relacionados ao FIFA CASE, mesmo caso em que RICARDO TERRA TEIXEIRA, MARCO POLO DEL NERO e outros brasileiros foram denunciados pelo Departamento de Justiça Americano.
O papel da Globo não foi apenas o de provedora inicial dos recursos distribuídos pelas diversas peças da engrenagem criminosa. Foi fundamental também para a blindagem política de Ricardo Teixeira.
Na CPI da Nike, em 2001, o Senado Federal levantou 13 imputações de crime a Teixeira. Nada resultou no âmbito do Ministério Público Federal. Houve outras CPIs, outras descobertas retumbantes, enterradas sob o silêncio do MPF e da mídia.
Houve apenas um início de investigação, que parou em uma juíza da 1a instância.

Peça 5 – a hora da verdade

Dia desses saiu a notícia, sem muito alarde, de que o ex-procurador Marcelo Miller vibrou quando a Lava Jato chegou em Aécio Neves. Miller não era um petista, longe disso; nem um anti-aecista. Mas estava nítido, para parte relevante da corporação, que a blindagem de Aécio tornava o MPF uma instituição de segunda categoria, porque restrita a um espaço delimitado.
Pelas redes sociais foi visível o alívio de procuradores, tirando de si (na opinião deles) a carga de terem espaço para agir apenas contra o PT.
Agora, se chegou à hora da verdade em relação à Globo.
As evidências de crime são enormes, e não apenas na confissão do lobista Alejandro Burzaco, à corte de Nova York. Há os inquéritos na Espanha, batendo direto na Copa Brasil. Há as investigações na Suíça.
E há uma nova Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, no maior desafio que um PGR enfrentou, provavelmente desde a Constituição: provar que o MPF é um poder de Estado de fato, e que não existem intocáveis na República.
São tão abundantes as informações que jorram do exterior, que não será possível esconder o fato debaixo do tapete, como foi feito em outros tempos com tantos inquéritos.
Do desafio de investigar a Globo se saberá se o MPF se assumirá como poder de Estado, ou se continuará atrelado a uma organização criminosa.